A Associação de Restaurantes e Similares de Portugal (ARESP) discordou, esta quarta-feira, da posição assumida pelo Director-Geral de Saúde, relativamente às críticas de passividade da parte de restaurante e cafés, na aplicação da nova Lei do Tabaco. Para a ARESP, a questão passa pela criação de uma linha de crédito.Em declarações à Rádio Renascença, Mário Pereira Gonçalves, da ARESP, recusa as críticas de Francisco George, sugerindo ao mesmo tempo a criação de uma linha de crédito que ajude os empresários a aplicar a nova lei.
Já aprovada, a nova Lei do Tabaco entra em vigor dentro de cerca de dois meses.
Fonte: Diário Digital